As cotas do FII Maxi Renda (MXRF11) fecharam a sessão desta terça-feira (7) estáveis, valendo R$ 9,61. O valor está abaixo do preço de subscrição proposto na 11 ª emissão, de R$ 9,64. Dada a diferença, muitos cotistas podem não participar da oferta e, então, surge a dúvida: é possível vender o direito de preferência?
É claro que, neste cenário, de preço de mercado menor do que o que o da oferta, o direito de preferência não teria qualquer atrativo. Mas mesmo se tivesse, não seria possível negociar o papel – normalmente concedido aos investidores com posição no fundo.
“Não será permitido aos cotistas ceder, a título oneroso ou gratuito, seu direito de preferência a outros cotistas ou a terceiros”, deixa claro o fato relevante divulgado pela gestão do Maxi Renda.
O fundo pretende captar aproximadamente R$ 1 bilhão, de acordo com fato relevante divulgado nesta segunda-feira (6). O montante inicial da oferta poderá ser acrescido em até 25%, ou seja, R$ 249,999 milhões.
Segundo o comunicado, o preço de emissão dos novos papéis foi fixado em R$ 9,50 e a taxa de distribuição será de R$ 0,14, totalizando um preço de subscrição de R$ 9,64.
Investidores com posição no FII no encerramento da sessão do dia 8 de outubro de 2025 terão direito de preferência na emissão, que poderá ser exercido entre os dias 10 e 22 deste mês.
O fator de proporção da oferta é de 0,24069761736, ou seja, para cada 100 cotas, os investidores poderão subscrever 24 novos papéis.
Com quase 1,4 milhão de cotistas, o Maxi Renda é hoje o fundo mais popular do mercado. Considerado um fundo híbrido – que investe em vários tipos de ativos – a carteira tem hoje um patrimônio líquido de R$ 4,1 bilhões.
No próximo dia 14, o MXRF11 deposita R$ 0,10 por cota, equivalente a um dividend yield (taxa de retorno com dividendos) de 1,02%. Em 12 meses, o percentual está em 11,97%.

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